Entre bondes, ônibus e metrôs nada muda

Estamos em pleno século XXI reclamando de ônibus cheios. Em 1950 os bondes também eram.

Sessenta e nove anos depois as realidades se confundem.

13/08/2019 por Por Raul Rodrigues
anos 50

Sessenta e nove anos depois as mudanças trazidas pelas novas tecnologias e inovações no mercado de trabalho não mudaram em nada. Os trabalhadores continuam recorrendo a ônibus superlotados, metrôs nas mesmas condições e apenas e tão somente os trajes tiveram mudanças.

Os assalariados continuam assalariados, os ricos continuam em mesma proporção, tanto que aumentam as favelas, mas os bairros continuam dos mesmos tamanhos do antes. Isto significa que as classes trabalhadoras aumentaram em proporção geométrica enquanto os ricos se aumentaram foram em proporção aritmética. Respectivamente uma se multiplica e a outra apenas soma-se.

As faces da observação não mentem nem se enganam. Se bairros de ricos urgiram foram em áreas de ambientes reservados em busca de segurança e de preservações ambientais – locais de belezas naturais – coisa que as grandes cidades já não oferecem mais. As grandes alamedas foram extintas.

Em tese, este artigo representa as entrelinhas de ledos enganos quando nos distanciamos do tempo por décadas mantendo os mesmo problemas do sempre.

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Fonte: correiodopovo-al.com.br

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