Protestos continuam

Coreia do Sul e França registram protestos contra mudanças climáticas

Protestos querem alertar governantes sobre os riscos de aquecimento global no planeta antes do início da cúpula do clima da ONU

22/09/2019 por Redação com G1

No segundo dia de manifestações que antecedem a cúpula climática da Organização das Nações Unidas (ONU) neste sábado (21), milhares de pessoas foram às ruas em Seul e Paris para protestar contra as mudanças climáticas no planeta.

Na capital da Coreia do Sul, manifestante, liderados por ativistas, se deitaram no chão, significando sua morte em uma manifestação neste sábado (21) em Seul para exigir ações sobre mudanças climáticas antes da

A polícia estimou que cerca de 3.000 pessoas se reuniram no centro de Seul enquanto seguravam faixas com mensagens como 'salve a terra, salve-nos' e 'Está na hora de agir'.

Ativistas de organizações ambientais, escolas e grupos religiosos participaram e instaram o governo e o povo a agir para mudar o clima e reduzir as emissões de dióxido de carbono.

"Os ataques à mudança climática estão acontecendo em todo o mundo. Como a Coreia do Sul não é uma exceção a essa crise climática, gostaria de enfatizar que o clima atual ação envolvendo muitos cidadãos não é o fim, mas o começo", disse Lee Jie-on coordenador de um movimento social do país.

Na França, manifestantes também foram às ruas protestar pedindo às autoridades que tomem medidas de emergência contra as mudanças climáticas. Durante as manifestações, a polícia tenta controlar a presença dos coletes amarelos.

Protestos em mais de 150 países

Na sexta-feira (20), a greve global pelo clima ocorreu em 150 países, incluindo o Brasil, levando milhares de manifestantes às ruas. Eles exigem medidas concretas para frear as emissões de gases causadores do efeito estufa e combater o aquecimento global, informa a organização dos atos.

Segundo especialistas, 2020 é visto como o ano chave no combate ao aquecimento global, para que governantes tomem medidas para manter o aumento das temperaturas médias globais abaixo de 1,5ºC até o final deste século, e as emissões de dióxido de carbono (CO2) reduzidas em 45% até 2030.


Fonte: Gazetaweb.com

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