Para que a liberdade se não ousarmos?

Porque preencher as nossas mentes com o que não traz mudanças?

Os maiores entendedores do Universo ousaram com as suas ideais e construíram o nosso futuro.

14/10/2019 por Por Raul Rodrigues

Já vivemos os tempos da não mudança. Era o tempo em que a psicologia explicava que o medo das mudanças nos oprimia ao conservadorismo ou á repetição das ideias. Daí não conseguíamos enxergar os novos tempos nem os novo ventos.

Com o passar do mesmo tempo, passamos então a admitir que mudar é necessário. As novas experiências pela convivência com novas famílias nos enriqueciam com novas experiências. Que os nossos filhos não deveriam se socializar nas escolas, e que a abertura para o novo sem cometermos os excessos do mundo fora da lei, já seria tão ruim assim.

Entendemos o básico. O novo não representa necessariamente um risco ao pior. E se analisarmos que dentre o velho não existe mais o avanço, estaríamos nós condenando-nos ao retrocesso ou à mesmice da não mudança. O tempo não para. E nós não podemos e nem devemos parar.

Ainda mais quando enxergamos no além fronteira das mudanças um passado de garantias de que o futuro nos espera para o novo e não para o velho. Quando nós próprios enxergamos por meio do retrovisor que quem vem atrás nos fornece garantias de dias melhores com realizações palpáveis pelo feito, e não por meio de promessas.

Se o mundo inteiro se dobrou aos avanços dos mares e das marés, dos rios e lagos, e que sem os descobridores dos setes mares não existiram as Américas, porque então nos moldarmos aos tempos do atroz se somos como um verdadeiro albatroz.


 


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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