Penedo: a chaminé do lupanário perpetuo.

O povo de Penedo não sabe pensar? Acreditamos que não.

Só não vê quem não quer enxergar. Porque vê até vê, não quer é enxergar. Mas basta pensar.

24/11/2019 por Por Raul Rodrigues
de costa ou de frente a marca é a mesma.

É de domínio público – todos sabem – que o prefeito Március Beltrão tem mantido uma predileção – preferência – a determinadas famílias ou que moram em Penedo. Disto ninguém pode usar do contraditório, pois os nomes familiares constam da folha de contratados e comissionados da prefeitura.

São os privilegiados – famílias até com oito membros nas tetas da prefeitura – que desfrutam de cargos e “abrigos” dentro da folha de pagamento. E olhe que alguns outros membros da mesma família recebem “por fora”.

Mais estranho ainda é termos famílias que desfrutam de empregos, cargos e prédios “concedidos” e sublocados, o que implica em contravenção penal, crime ante a lei do inquilinato, previsto com a quebra do contrato. Incluindo-se ainda no “bom acordo” altos salários.

Daí vem à pergunta: será que apenas essas famílias seriam capazes de decidir as eleições em Penedo? Nunca! Precisariam contar então com o apoio dos que fazem parte da música de Raul Seixas “Ouro de Tolo”.

Como detectar as bastecidas famílias? É só olhar nos horários de entrada e saída das secretarias municipais o bom número de familiares de A a Z.

E o povão? Esse só mesmo na época da eleição. Rimou não foi?..


Fonte: correiodopovo-al.com.br

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